Muito, meu amor


Sei que me torno chata a repetir autores... mas querem o quê? Desta vez não me deram hipótese!
Ofereceram-me na semana passada o Muito, meu amor do Pedro Paixão, porque sabiam que eu ia gostar com toda a certeza... e assim foi!
E gostei especialmente deste livro porque o Pedro Paixão escreve nele aquilo que eu queria escrever ou dizer a quem mo ofereceu. E é tão somente isto:

“É tão estranho conhecer uma pessoa. Tão difícil que parece impossível. Não existir e passar a existir: uma pessoa inteira, um mundo inteiro. Onde caberá um mundo inteiro neste mundo pequenino? Como é que se consegue? Como é que se faz?”

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Publicado por Mafalda em março 06, 2004 às 03:55 PM
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